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Jornal da Mostra

James Gray na 50ª Mostra: cineasta estará em São Paulo e ganha uma retrospectiva na programação do evento

08/10/2026

Juri da 48ª Mostra

Um dos maiores e mais celebrados cineastas norte-americanos contemporâneos, James Gray é o responsável pela arte do cartaz da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, criada especialmente para esta edição histórica.

Além de assinar a identidade visual, o diretor vem ao Brasil para apresentar seu novo filme, "Tigre de Papel", na sessão de abertura para convidados, que acontece no dia 14 de outubro na Sala São Paulo. A obra também contará com exibições comerciais ao longo da programação.

Dono de um cinema clássico e de estética rigorosa, o realizador trata de forma pessoal temas como relacionamentos familiares complexos, senso de dever, imigração e as repercussões da história, quase sempre ambientando suas tramas em sua cidade natal, Nova York. Em celebração à sua trajetória, Gray será homenageado com o Prêmio Leon Cakoff e ganhará uma retrospectiva, que inclui os longas "Fuga para Odessa" (1994), "Caminho sem Volta" (2000), "Os Donos da Noite" (2007), "Era uma Vez em Nova York" (2013) e "Armageddon Time" (2022), este último exibido na 46ª Mostra.

O público também terá a chance de acompanhar o homenageado no dia 15 de outubro na Sala Petrobras na Mostra, localizada no Solar Fábio Prado. Na ocasião, Gray participa de uma conversa, que contará com o cineasta brasileiro Walter Salles, após a exibição de seu mais recente filme. 

“Tigre de Papel” acompanha a história de dois irmãos em busca do sonho americano. Enquanto o engenheiro Irwin Pearl construiu uma família com Hester, Gary seguiu carreira na polícia. Quando Gary apresenta ao irmão uma oportunidade de negócio boa demais para ser verdade, os dois se envolvem com o perigoso mundo da máfia russa, e os laços familiares começam a se romper, com consequências que mudam suas vidas para sempre. O filme foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

James Gray nasceu em Nova York em 1969 e cresceu no Queens. Frequentou a Escola de Cinema e Televisão da Universidade do Sul da Califórnia. Estreou na direção em 1994 com “Fuga para Odessa”, que recebeu o Leão de Prata no Festival de Veneza quando ele tinha apenas 25 anos. Dirigiu em seguida “Caminho Sem Volta” (2000), “Os Donos da Noite” (2007), “Amantes” (2008), “Era Uma Vez em Nova York” (2013) e “Armageddon Time” (2022, 46ª Mostra), todos presentes na competição principal de Cannes. Ele também realizou “Z: A Cidade Perdida” (2016) e “Ad Astra: Rumo às Estrelas” (2019).

 

Retrospectiva e Homenagem - James Gray


"Tigre de Papel" *Filme de Abertura da 50ª Mostra

"Fuga para Odessa" (1994)

"Caminho sem Volta" (2000)

"Os Donos da Noite" (2007)

"Era uma Vez em Nova York" (2013)

"Armageddon Time" (2022)

 

Neste ano, a Mostra conta com o patrocínio master da PETROBRAS, o patrocínio do ITAÚ, a parceria institucional do SESC, a parceria da SPCINE e da Prefeitura de São Paulo, o fomento do ProAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, a colaboração da EMBRATUR e da NETFLIX, o apoio do PROJETO PARADISO, a promoção da GLOBOFILMES, do CANAL BRASIL, da FOLHA DE S.PAULO, da TV CULTURA, da ARTE 1, do INSTITUTO BANDEIRANTES e da REVISTA PIAUÍ, o apoio técnico da QUANTA e do CULTURA ARTÍSTICA. Realização: MINISTÉRIO DA CULTURA, através da LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA.