

Nascido em Buenos Aires em 1975, Mariano Llinás é diretor e roteirista. Em 2003, fundou com Alejo Moguillansky, Agustín Mendilaharzu e Laura Citarella o grupo El Pampero Cine. Dirigiu, entre outros, “Balnearios” (2002), apresentado no Festival de Roterdã; “Histórias Extraordinárias” (2008), premiado no BAFICI; e o filme mais longo da história do cinema argentino, “La Flor” (2018), com quase 14 horas de duração, exibido em diversos festivais, como os de Locarno, Toronto e Roterdã. Entre seus filmes mais recentes estão: “La Saga de Ignacio Corsini” (composta até o momento por “Corsini interpreta a Blomberg y Maciel”, de 2021, e “Popular tradición de esta tierra”, de 2024); “Saga de los Mártires Unitarios” (contando até agora apenas com “Concierto para la batalla de El Tala”, de 2021); “Tríptico de Mondongo” (2024, formado por “El equilibrista”, “Retrato de Mondongo” e “Kunst der Farbe”); e “Clorindo Testa” (2022). Llinás também assina os roteiros de filmes como “A Cordilheira” (2017, 41ª Mostra) e “Argentina, 1985” (2022), ambos dirigidos por Santiago Mitre.