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Diretores

Fanny Ardant

Atriz, intérprete de teatro, roteirista e diretora nascida na França em 1949. Uma das figuras mais marcantes do cinema francês e europeu, ganhou reconhecimento internacional como atriz em “A Mulher do Lado” (1981, 33ª Mostra), de François Truffaut, para quem voltou a atuar em “De Repente num Domingo” (1983, 8ª Mostra). Trabalhou com diretores como Alain Resnais, Ettore Scola, Volker Schlöndorff, Michelangelo Antonioni, Claude Lelouch, Tsai Ming-liang e Paolo Sorrentino. Venceu o César de melhor atriz por “Pédale Douce” (1996), de Gabriel Aghion; dividiu com o elenco de “8 Mulheres” (2002), de François Ozon, o Urso de Prata de contribuição artística do Festival de Berlim; e recebeu um segundo César, de melhor atriz coadjuvante, por “A Bela Época” (2019), de Nicolas Bedos. Estreou na direção com “Cinzas e Sangue” (2009), apresentado na 33ª Mostra e exibido no Festival de Cannes. Realizou em seguida “Cadences Obstinées” (2013) e “Le Divan de Staline” (2016).