

Nascido em São Paulo, em 1945, Eduardo Escorel é um nome histórico no cinema brasileiro: diretor, roteirista, montador, professor e crítico de cinema. Como montador, assinou obras como “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, “Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, e “Cabra Marcado para Morrer” (1984), de Eduardo Coutinho, além de filmes de João Moreira Salles. Dirigiu, entre outros, “O Tempo e o Lugar” (2008), “Paulo Moura – Alma Brasileira” (2013), “Sars-Cov-2 – O Tempo da Pandemia” (2021, 45ª Mostra), codirigido com o irmão Lauro Escorel, “1968 – Um Ano na Vida” (2023) e “Antonio Candido, Anotações Finais” (2024). Desde 2006, leciona no curso de pós-graduação lato sensu em cinema documentário da Fundação Getulio Vargas (FGV) e, desde 2009, escreve a coluna Questões Cinematográficas no site da revista Piauí.